Obra “Sementes de Silício: Budismo, IA e a mente que se estende”, de Mauricio Ghigonetto, já está à venda no Brasil

 

Já está disponível no Brasil o livro “Sementes de Silício: Budismo, IA e a mente que se estende”, do autor Mauricio Ghigonetto, o Monge Hondaku. A obra pode ser adquirida pela Amazon através do link: https://link.amazon/B04WTJzHD.

Com uma proposta que cruza tecnologia e espiritualidade, o livro parte de uma cena cotidiana – uma pergunta feita ao celular à noite e respondida em segundos por uma inteligência artificial – para levantar uma questão central: a IA pode ser considerada parte da mente humana?

Segundo o autor, a discussão não é se a máquina pensa ou sente, mas o que acontece com a experiência humana quando a tecnologia passa a integrar o modo como o mundo nos aparece.

Para desenvolver a tese, Monge Hondaku reúne três campos que raramente dialogam: o Yogācāra, escola budista dedicada ao estudo de como a mente constrói a experiência; a tese da mente estendida, dos filósofos Andy Clark e David Chalmers; e o funcionamento dos grandes modelos de linguagem (LLMs).

A partir dessa interseção, o autor propõe uma leitura inédita: a IA não seria nem um guru, nem uma ferramenta neutra, mas uma “vāsanā materializada” – um condicionamento fabricado, opaco e com dono. E, nesse cenário, conclui: a responsabilidade não pode ser terceirizada. “O endosso é o ato”.

A obra é indicada para quem pratica, ensina ou utiliza inteligência artificial no dia a dia e percebe que uma transformação silenciosa e profunda está em curso.

Sobre o autor

Mauricio Ghigonetto, o Monge Hondaku, é monge da tradição Jōdo Shinshū, pesquisador do Yogācāra e fundador da Sangha Cittadhatu. Atualmente vive em Madrid.

Acompanhe Monge Hondaku em

instagram.com/hondaku.ai